domingo, 18 de agosto de 2013

Profissão: Professor - Prestígio Zero

Pesquisa mostra que os bons alunos não querem
mais seguir o magistério – um desastre para o ensino.

Um bom termômetro para aferir o prestígio de uma profissão é o número de jovens que a assinalam como primeira opção na hora do vestibular. Por esse medidor, a carreira de professor, que décadas atrás foi um símbolo de status, nunca esteve tão em baixa. Uma nova pesquisa, conduzida pela Fundação Carlos Chagas a pedido da Fundação Victor Civita, chama atenção para o problema, trazendo à luz um dado preocupante: às vésperas de ingressarem na universidade, apenas 2% dos estudantes brasileiros pretendem seguir omagistério – opção que os outros 98% já descartaram. No levantamento, baseado numa amostra de 1 500 alunos de ensino médio em escolas públicas e particulares de todo o país, o curso de pedagogia patina na 36ª colocação, entre as sessenta carreiras que hoje mais exercem fascínio sobre os jovens – lista encabeçada pelas áreas de direito, engenharia e medicina. Agrava o cenário saber que esses poucos que ainda optam pela docência se concentram justamente no grupo dos 30% de alunos com as piores notas na escola. Pouco disputado, o curso de pedagogia significa, para a imensa maioria dos estudantes, a única porta de entrada possível para o ensino superior – e não uma carreira de que realmente gostam. Conclui a especialista Bernardete Gatti, coordenadora da pesquisa: “Sem atrair as melhores cabeças para as faculdades de pedagogia, o Brasil jamais conseguirá deixar as últimas colocações nos rankings de ensino”.

“Meu pai não quer”.Alunos de ensino médio: eles são desencorajados em casa de optar pelo curso de pedagogia

A situação de desprestígio da carreira de professor é o retrato final de um processo deflagrado na década de 70, quando se iniciou no país uma acelerada massificação do ensino público. Sem profissionais em número suficiente para suprir a galopante demanda, as escolas passaram a recrutar até leigos para dar aulas. Foi aí também que as faculdades de pedagogia e as licenciaturas proliferaram à revelia da qualidade acadêmica, e os salários começaram a cair. A remuneração dos professores é, por sinal, o segundo fator elencado pelos jovens de hoje para nem sequer cogitarem o magistério, atrás de um item que se refere à completa falta de identificação com o ofício, segundo mostra a pesquisa da Fundação Carlos Chagas. Os estudantes contam ainda que são desencorajados pelos próprios pais de fazer essa opção. Boa parte dos entrevistados chega a afirmar que a família “jamais aceitaria tal escolha profissional”. Países onde o ensino prima pela excelência, como Coreia do Sul e Finlândia, encontraram bons caminhos para atrair os alunos mais brilhantes às faculdades de pedagogia – experiência que pode ser útil também ao Brasil. Ela indica que elevar o salário dos professores é apenas uma das estratégias eficazes, mas não a de maior impacto. O que realmente suscita o fascínio dos melhores alunos pela docência diz respeito, acima de tudo, à possibilidade descortinada pela carreira de verem seu talento reconhecido e sua capacidade intelectual estimulada. Nesse sentido, distinguir os profissionais de melhor desempenho em sala de aula, com iniciativas como bônus no salário e mais responsabilidade na escola, tem sido, há décadas, um potente motor de atração para a carreira de professor mundo afora. O Brasil precisa aprender a lição.

Esta matéria foi publicada na revista VEJA Edição 2151 – 10/02/10

SAIBA +

Educação de quem? Para quem?

Falemos de duas salas de aula. Na primeira delas, a professora Bety ensina matemática. O assunto pode parecer árido – geometria espacial –, mas, com suas esferas invisíveis dentro de cubos e pirâmides, Bety enfeitiça os seus alunos, que assistem à exposição da professora em silêncio compenetrado, interrompido apenas por perguntas prenhes de curiosidade. A segunda aula é de biologia. O professor, cujo anonimato preservo, é chamado, à boca pequena, de "ET" pelos alunos. Sua dicção é monocórdia e a pronúncia catequética de termos estranhos – "o ta-las-so-ci-clôôôô" – choca-se com a balbúrdia que impera entre os alunos. Pedaços de giz são atirados ao quadro-negro, bolinhas de argila vão parar nas paredes. A algazarra é tamanha que, no dia em que as provas corrigidas do bimestre seriam entregues, um aluno resolve trazer uma arma de brinquedo para intimidar o professor.

Essas duas classes, na verdade, são uma só. O mesmo colégio, os mesmos alunos, o mesmo espaço físico, os dois retratos ocorridos no mesmo ano. Conheço-a bem: é a classe na qual me formei no ensino secundário.


Não conheço estudos empíricos sobre o assunto, mas durante a minha vivência de estudante casos como esses descritos acima formaram a convicção de que o problema da indisciplina na escola está fortemente associado à qualidade da aula que está sendo ministrada. Eis uma idéia que deve soar no mínimo estranha, possivelmente sacrílega, a qualquer pessoa bem informada que acompanha o debate educacional brasileiro. Pois, na questão da indisciplina, certamente predomina a leitura de que esse é um fenômeno de responsabilidade exclusiva do aluno – desajustado, vagabundo, porra-louca etc. –, de sua família – os pais que não ensinam mais valores aos filhos e só se lembram de ir à escola para reclamar quando o filho leva bomba – e da sociedade em geral, cada vez mais violenta e desrespeitosa.

Em realidade, não é apenas na questão da indisciplina escolar que a responsabilidade pelos nossos fracassos é atribuída à sociedade ou aos alunos e que os agentes do sistema educacional, especialmente os professores, aparecem apenas como as vítimas, que lutam sem jamais desistir apesar da enorme maré contra. Todas as questões relativas à escola foram seqüestradas pela agenda da corporação dos funcionários do ensino. Pense naquilo que você, leitor, acredita ser a solução para o problema da nossa educação. Provavelmente será algo que englobe alguns ou todos os seguintes fatores: aumento do investimento em educação, aumento do salário dos professores, diminuição do número de alunos nas salas de aula, aumento do número de horas letivas. Agora pense nesses fatores e pergunte-se: a quem eles beneficiam? Aos alunos ou aos profissionais do ensino?

Você provavelmente deve estar pensando: não é a mesma coisa? Professores mais satisfeitos e motivados não darão aulas melhores? Defender o professor não é o mesmo que defender os alunos? Você sucumbiu à propaganda da corporação, mas não se assuste: assim como os alemães da época hitlerista acreditavam que os não-arianos eram raças inferiores e os cubanos sob Fidel crêem que podem creditar todos os seus males à perseguição dos Estados Unidos, é difícil para qualquer um ter uma idéia diferente da propagada pelo discurso único. No caso da nossa educação, esse discurso é o dos profissionais do ensino.

É uma cantilena que tem lógica, claro. Faz sentido imaginar que professores e funcionários de ensino mais bem pagos serão mais motivados e, portanto, darão aulas melhores, ou que conseguirão dedicar mais atenção a cada aluno em salas menores, ou que a presença de equipamentos multimídia ou de uma quadra poliesportiva tenha efeitos positivos – assim como é bastante lógico imaginar que o Sol orbita ao redor da Terra, que o planeta é quadrado, que uma garrafa cheia de água chegará antes ao solo do que uma garrafa vazia ou que a melhor forma de combater uma doença que se espalha pela corrente sanguínea é retirando sangue do corpo por meio de sanguessugas. Muito do que é lógico é falso, e muito do que é verdadeiro é contra-intuitivo. A única maneira de estabelecer a verdade é testando, empiricamente.

No campo educacional, essa medição vem sendo feita de forma sistemática e metódica há mais de dez anos, e revela alguns achados talvez surpreendentes. Quando se analisa o desempenho de alunos em testes e se cotejam as características de suas escolas e professores, descobre-se que o número de alunos em sala de aula não tem impacto significativo sobre o aprendizado, nem o salário dos professores, nem a presença de infra-estrutura rebuscada nas escolas. Esses mesmos estudos empíricos revelam outros dados interessantes. Alguns dos fatores associados ao melhor desempenho do alunado não apenas não trazem benefícios aos professores como fazem com que tenham de trabalhar mais: alunos que fazem o dever de casa com mais freqüência, por exemplo, têm desempenho melhor – e esse desempenho é ainda melhor se o professor comenta a sua avaliação, em vez de apenas marcar "certo" ou "errado". Também têm desempenho superior alunos que são avaliados constantemente por meio de provas, alunos de professores com um conhecimento mais aprofundado da matéria que ensinam e alunos de professores que faltam menos ao trabalho. Não é curioso que nenhum desses fatores conste da agenda dos sindicatos de professores quando eles fazem manifestos pela melhoria da qualidade da educação? Não, claro que não. Sindicatos devem defender a sua categoria. O problema não é que a corporação dos profissionais do ensino puxe a brasa para a sua sardinha; o problema é que eles tenham conseguido fazer com que o país aceite como sendo um programa para o bem comum aquilo que é, na verdade, a defesa dos interesses da sua categoria profissional.

Esse deslocamento de prioridades só é possível porque há um vácuo na nossa sociedade, que parece ter se esquecido de quem é a nossa educação e para quem ela é feita. É bom lembrar, portanto, que a educação pública é de, digamos, "propriedade" do povo brasileiro, e não apenas dos profissionais que nela trabalham. Esses profissionais são servidores públicos e, portanto, não cabe a eles formular política pública, mas sim acatar o programa decidido pela sociedade por meio dos seus representantes eleitos. E isso em todos os níveis: assim como o professor de 1ª série de uma escola pública não pode decidir quando o aluno deve ser alfabetizado, os doutores da pedagogia da USP não podem formar, com dinheiro público, professores que eles desejam que sejam vanguardistas da revolução socialista. Finalmente, precisamos lembrar para quem é nossa educação. Um sistema educacional é criado para educar os alunos. É isso – só isso – que importa. Se as salas de aula são agradáveis ou não para o professor e se a escola é suficientemente convidativa para os seus funcionários são questões que deveriam ser relevantes apenas na medida em que comprovadamente afetam o desempenho dos alunos. A idéia de que nosso aluno não aprende porque não se interessa ou porque os pais não se importam com a escola é ridícula, para não dizer maliciosa. Seria algo na composição do nosso ar, ou algum vírus na água que os brasileiros bebem, que aniquila a curiosidade das nossas crianças e o desejo dos pais de ver os filhos progredindo na vida?

Precisamos de um reordenamento da nossa leitura da educação nacional. Cada vez que um aluno não aprende – e estão aí todos os testes, nacionais e internacionais, mostrando que o nosso aprendizado é catastrófico –, precisamos primeiro imaginar o que está errado na educação que ele recebe. Se ele não se interessa pela aula, é necessário ver se a aula não é desinteressante. Se ele não estuda, precisamos checar se ele recebe material suficiente e se tem as avaliações necessárias para saber que precisa estudar. Se o aluno não faz os deveres quando chega em casa, temos de verificar se eles estão sendo prescritos pelos professores, se estão sendo corrigidos e se o fato de o aluno não os fazer tem alguma conseqüência. Se os pais não participam da escola, devemos questionar se a escola se organiza de maneira a realmente permitir a participação dos pais, se eles se sentem convidados ou ignorados pelos diretores e professores de seus filhos, se percebem a escola como um espaço no qual podem e devem atuar ou como um ente distante, alheio, fechado. Somente depois de esgotados esses questionamentos é que deveríamos partir para a culpabilização de pais e alunos.

Parece radical, mas na verdade é óbvio. Se parece estranho, é bom sinal: do jeito que anda nossa educação, é bastante provável que o senso comum esteja errado.
 
Fonte: Veja

sábado, 6 de julho de 2013

Política Pública

O termo política, originalmente, era utilizado para se referir às relações ocorridas na "polis", ou cidade. Assim, o simples fato de comprar um pão, poderia ser designado como política. É por esse motivo que Aristóteles concebeu o ser humano como um ser político por natureza, ou seja, como aquele que sempre busca viver em sociedade, em comunidade. Com o passar dos tempos, o termo passou a receber significações mais complexas. Hoje é utilizado para denominar princípios norteadores (como em " a política da empresa é satisfazer o cliente"), o campo de empate dos atores políticos (eleições, votações no plenário, redação de leis, decretos, etc) e para denominar a ação efetuada pelo Estado no enfrentamento de um problema público (construção de UPPs nos morros cariocas, por exemplo). Essa última concepção define melhor política pública, ou seja, política pública é a ação do Estado para enfrentar um problema ou desafio, ou ainda, para atender a uma demanda da sociedade.
Para uma melhor compreensão do que é política pública, é preciso que se atente prioritariamente a outros dois termos: poder e decisão. Compreender poder é importante, pois política - no sentido de campo de embate - nada mais é do que um jogo do/pelo poder; na qual os atores políticos lutam ora por manter o poder, ora para tomar o poder; e vence aquele que mais tem poder. Por outro lado, decisão está inserida no contexto da política no sentido das alternativas, ou seja: qual alternativa o Estado deve adotar para o enfrentamento de um determinado problema? As políticas públicas nascem dessa forma, ou seja, no âmbito da decisão, da escolha; onde o Estado - por meio daqueles que detêm o poder estatal - decide e põe em prática a alternativa escolhida no enfrentamento de um problema público.
As políticas educacionais estão inseridas nesse contexto: são ações do Estado para suprir uma demanda social e estratégica. Para uma melhor compreensão dessa ação do Estado, é preciso uma análise mais apurada do processo de formulação das políticas educacionais e do processo de implantação dessas políticas. Para compreender como se faz uma análise de políticas públicas, não falte a próxima aula.

Políticas Educacionais

Olá, pessoal!

Para uma melhor compreensão do que é política pública e, dentro desse contexto, política educacional, proponho que leiam os textos disponíveis nos links a seguir:

http://franciscoqueiroz.com.br/
http://www.scielo.br/pdf/ea/v5n13/v5n13a02.pdf
http://www.scielo.br/pdf/%0D/es/v27n94/a03v27n94.pdf

domingo, 5 de maio de 2013

Saber mais sobre o método...

Para uma melhor compreensão sobre o método científico, leia o texto disponível em:

http://www.unisc.br/portal/upload/com_arquivo/o_metodo_cientifico_04.pdf

Curso online e gratuito de Metodologia

Para quem quer aprofundar seus conhecimentos sobre metodologia do trabalho científico e contar horas em atividades complementares, essa oportunidade é indispensável. Clique no link abaixo e consulte:

http://www.iped.com.br/direito/curso/metodologia-do-trabalho-cientifico

Desafio

Olá, pessoal!

Como forma de ampliar seus conhecimentos e aprimorar seus saberes acerca das técnicas de pesquisas, sugiro que produza um texto de no máximo duas laudas e no mínimo uma, abordando o seguinte tema: "A educação na era da informação".  O texto deverá levantar questões como "a importância do uso de novas tecnologias na educação", "o papel do professor no novo contexto virtual", "os atuais desafios da educação ante as novas tecnologias", "práticas pedagógicas no contexto da era da informação", "novos olhares para a sala de aula: comunicação, interação e aprendizado". O material para consulta poderá ser consultado a partir dos links abaixo. Além disso, o vídeo traz uma entrevista abordando a temática e pode também servir de referencial. Lembre-se que o texto deve ser produzido de forma autônoma, por vocês.

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=s0100-19651997000200006&script=sci_arttext
http://unifra.br/cursos/letras_literatura/downloads/Novos%20desafios%20na%20educa%C3%A7%C3%A3o.pdf
http://books.google.com/books?hl=pt-PT&lr=&id=TiYlzy3IM30C&oi=fnd&pg=PA41&dq=como+utilizar+a+internet+na+educa%C3%A7%C3%A3o&ots=ON0CiIAtbj&sig=585KlJZ9RwbqIuK4k7xqIM_kBwE
http://www.divertire.com.br/educacional/artigos/9.htm
ftp://200.137.71.3/Cursos/EnsinoMedio/InformaticaBasica/Helaine/PROEJA%20-%20EAD/PROEJA%20com%20refer%EAncias/A%20Internet%20na%20Educa%E7%E3o.doc

Sobre o método




método científico  pode ser definido como a maneira ou o conjunto de regras básicas empregadas em uma investigação científica com o intuito de obter resultados o mais confiáveis quanto for possível. Entretanto, o método científico é algo mais subjetivo, ou implícito, do modo de pensar científico do que um manual com regras explícitas sobre como o cientista, ou outro, deve agir.


Geralmente o método científico engloba algumas etapas como: a observação, a formulação de uma hipótese, a experimentação, a interpretação dos resultados e, por fim, a conclusão. Porém alguém que se proponha a investigar algo através do método científico não precisa, necessariamente, cumprir todas as etapas e não existe um tempo pré-determinado para que se faça cada uma delas. Charles Darwin, por exemplo, passou cerca de 20 anos apenas analisando os dados que colhera em suas pesquisas e seu trabalho se constitui basicamente de investigação, sem passar pela experimentação, o que, contudo, não torna sua teoria menos importante. Algumas áreas da ciência, como a física quântica, por exemplo, baseiam-se quase sempre em teorias que se apóiam apenas na conclusão lógica a partir de outras teorias e alguns poucos experimentos, simplesmente pela impossibilidade tecnológica de se realizar a comprovação empírica de algumas hipóteses.
O método científico como conhecemos hoje foi o resultado direto da obra de inúmeros pensadores que culminaram no “Discurso do Método” de René Descartes, onde ele coloca alguns importantes conceitos que permeiam toda a trajetória da ciência até hoje. De uma forma um pouco simplista, mas apenas para dar uma visão melhor do que se trata o método proposto por Descartes, que acabou sendo chamado de “Determinismo Mecanicista”, “Reducionismo”, ou “Modelo Cartesiano”, ele baseia-se principalmente na concepção mecânica da natureza e do homem, ou seja, na concepção de que tudo e todos podem ser divididos em partes cada vez menores que podem ser analisadas e estudadas separadamente e que (para usar a frase clássica) “para compreender o todo, basta compreender as partes”.
Talvez, o exemplo mais fácil de se verificar o método proposto por Descartes, seja através da medicina: baseada no modelo cartesiano a medicina se dividiu em especialidades cada qual procurando entender os mecanismos de funcionamento de um órgão ou parte específica do corpo humano. As doenças passaram a ser encaradas como algum distúrbio em determinada parte que constitui o homem, e o homem em si, como um todo, deixa de ser considerado na investigação da medicina segundo modelo cartesiano.
Que o método de Descartes funcionou, não restam dúvidas a ciência evoluiu como nunca com a aplicação deste método. Porém a ciência que tinha como objetivo primeiro, proporcionar o bem estar ao homem através da compreensão e modificação da natureza à seu favor, como propôs Francis Bacon seguido por Descartes, perdeu seu sentido. Com a aplicação do modelo reducionista em todas as áreas do conhecimento as interações entre as partes e o todo e entre este e outros deixou de ser considerada causando sérios distúrbios sociais, ambientais e ameaçando até a existência do próprio homem em contradição com seu princípio fundamental.

Manual de Trabalhos Acadêmicos

Olá, pessoal!

Segue abaixo alguns links para que vocês tenham acesso a alguns manuais sobre Trabalhos Acadêmicos. Bons Estudos!
http://www.4shared.com/get/zL33gQiS/man_trab_academicos.html
http://www.labcon.ufsc.br/downloads/34.pdf
http://www.anhanguera.com/bibliotecas/normas_bibliograficas/
http://www.iespes.edu.br/files/manual_tao.pdf
http://midias.saocamilo-es.br/legado/centrouniversitario/pdfs/guia_normas.pdf

Modelos dos Elementos que Compõem os Trabalhos Acadêmicos

Olá, pessoal!

Segue abaixo alguns links para que vocês tenham acesso a alguns modelos de páginas e elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais. Abraços.
http://www.4shared.com/get/TMAI0sJ3/ModAgradecimento.html
http://www.4shared.com/get/zylX--g6/ModCapaGrad.html
http://www.4shared.com/get/B6dbf96B/ModDedicatoria.html
http://www.4shared.com/get/wQ76_Az6/ModEpigrafe.html
http://www.4shared.com/get/uJvYCrNH/ModFolhaAprovGrad.html
http://www.4shared.com/get/OnHBwKbq/ModFolhaRostoGrad.html
http://www.4shared.com/get/szRJ4MJ4/ModGlossario.html
http://www.4shared.com/get/E5H_GKQs/ModIndiceOnomasticoAssunto.html
http://www.4shared.com/get/doVnZhEh/ModResumo.html
http://www.4shared.com/get/a_M9VfAM/ModListaFigurasTabelas.html
http://www.4shared.com/get/Vj-UHB2c/ModTabela.html

Modelos de Projeto de Pesquisa

Olá Pessoal!

Tendo em vista o trabalho de Metodologia da Pesquisa Científica, deixo o link para que vocês tenham acesso a dois modelos de Projeto de Pesquisa. Assim, elabore o projeto de pesquisa tomando tais modelos como referência.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Curso Virtual: Conhecimento, Saber e Ciência

Olá, pessoal!

Na iniciação científica, é fundamental compreender as peculiaridades conceituais de conhecimento, saber e ciência. Segue abaixo o link para inscrição no curso Conhecimento, Saber e Ciência. Oferecido pela Fundação Getúlio Vargas, o curso é totalmente gratuito e virtual, com carga horária de 5 horas. Ademais, a instituição oferece certificado de conclusão do curso. Bons estudos!

http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos/Conhecimento--Saber-E-Ciencia/OCWCONEAD-01slsh2009-1/OCWCONEAD_00/SEM_TURNO/384

Material da disciplina Metodologia da Pesquisa

Caros colegas,

Metodologia da Pesquisa é uma disciplina que requer do aluno uma leitura constante. Até por que, todo trabalho acadêmico carece de rigor científico para ter validade. Assim, a leitura e releitura dos parâmetros da pesquisa científica, bem como das técnicas e métodos de pesquisa, torna-se premissa básica para todo aquele que se aventura no mundo acadêmico. Segue abaixo alguns links para que vocês possam ter acesso a algumas leituras. Bons estudos!
(OBS.: basta clicar sobre link para redirecionar para 4Shared e fazer o download.)

Professora Tozoni-Reis sintetiza Metodologia da Pesquisa Científica em Educação

Olá, pessoal!

No vídeo abaixo, a professora Marília Tozoni-Reis apresenta um resumo da disciplina Metodologia da Pesquisa Científica em Educação. Assistam e reflitam sobre o assunto.

Introdução a Metodologia da Pesquisa Científica

Olá, pessoal!

O vídeo abaixo trata-se de uma entrevista com a professora Marília Freitas de Campos Tozoni-Reis, professora autora do curso de Introdução à Pesquisa Científica em Educação, do curso de pedagogia da Univesp. Não deixem de assistir.